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Como vimos em nossa última matéria sobre a História do jeans da semana passada, enquanto fabricantes adeptos de métodos antigos de acabamento permaneceram com seus processos de fabricação em sigilo; as marcas praticantes dos processos eco-friendly abriram seus processos em campanhas de marketing como forma de atribuir maior valor agregado aos seus produtos. Neste novo cenário, onde sustentabilidade passou a representar oportunidade de negócio, também tivemos outros desdobramentos. O mais notável, sem dúvida, foi a expansão da idéia de tecnologia de ponta e desempenho para além do conceito de sustentabilidade. A indústria do jeans passou a vislumbrar em suas próprias evoluções, suas principais estratégias para conquistar mais espaço no mercado e construir novos argumentos comerciais. Hoje a epidemia da busca pelo pela otimização inclui todas as dimensões da indústria denim: desde a matéria-prima até o acabamento, passando pelo toque, ergonomia da modelagem, até a idéia de conveniência e cuidados pessoais. Adentramos na era do jeans multifuncional.

Se o jeans dividia o espaço no guarda-roupa global com o moletom em termos de conforto; hoje ele também pode apresentar experiência, construção e visual de moletom: idéia explorada pela primeira vez pela marca Diesel, através do lançamento da linha Jogg Jeans. Se ele é básico, tão básico quanto uma segunda pele, então ele acumula funções de rotina, como a própria hidratação da pele, ou mesmo o efeito terapêutico do tratamento da celulite. Assim, em 2012 assistimos ao lançamento de calças jeans contendo microcápsulas hidratantes de jojoba e aloe vera no tecido pela icônica Wrangler. Logo depois, adentrou no mercado o cobiçado produto beauty denim®, o qual detém no currículo o fio emana®, patenteado pela Rhodia, capaz de absorver a temperatura do corpo e devolver na forma de raios infravermelhos longos, melhorando a circulação e combatendo a celulite. Um ano depois, a fabricante de tecidos Paquistanesa Soorty lançaria no mercado uma versão “temperamental” para o denim, através do produto “Alive”, capaz de mudar de cor de acordo com a temperatura do corpo. 

Em 2013, novos avanços passaram a integrar o parque tecnológico do beneficiamentos do denim, com a inclusão do equipamento E-Soft pela Jeanologia. O recorde na redução do percentual de água utilizado desta vez chegou aos 98%, mérito do amaciamento por nanobolhas, novidade desta vez, extensível a outros tecidos como malhas, tricôs e underwear. Novamente temos novas tecnologias mais viáveis impulsionando uma tendência – pois nesse ponto, o diálogo do jeans com as malhas ganha força, e o segmento passa a competir e roubar o espaço antes ocupado apenas pelos moletons e calças legging, do guarda-roupa global. Porém de todas as tecnologias de ponta que vem elevando a importância do nosso segmento, as versões mais rebuscadas do elastano sem dúvida figuram como as mais certeiras em termos de conquista para o consumidor. E será ele, o tópico da nossa próxima publicação, até lá!

Fonte: Blog Masculino

A camisa jeans é daquelas peças que entram e saem do armário masculino constantemente. Mas, não tem como negar que são uma alternativa simples e incrível para diversos estilos diferentes.

O jeans é um dos materiais mais comuns em nossas roupas, seja na camisa, bermuda, calça, shorts e, até mesmo, calçados. Mas tem algo na camisa jeans masculina que dá um charme especial. Se você ainda não tem uma dessas em seu armário, está na hora de investir na camisa jeans!

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Uma das coisas que mais encantam é que ela pode combinar com vários estilos diferentes. Desde um visual casual com blazer, calça etc. até um passeio pela orla da praia com shorts. Seja nos dias frios ou quentes, ela vai combinar!

Usar a camisa jeans com blazer ou em um visual mais esporte fino, casual, dá um charme especial no estilo. O visual fica bem moderno e elegante. É uma escolha interessante para os homens jovens que querem construir um efeito diferente.

A dica anterior é uma escolha interessante para trabalhar ou para eventos que não são tão formais, como os que exigem traje esporte fino, mas que seja descolado! Nesses casos, uma gravata, com a camisa por dentro da calça, pode ajudar bastante.

E com calça jeans, pode usar? Claro que pode! Essa combinação é um pouco mais difícil, mas interessante. Ela cria um visual bem casual e ajuda na postura do homem. Não se esqueça de colocar um calçado que seja bem casual, como as botas masculinas!

Uma das principais dicas para usar com calça jeans é escolher lavagens diferentes. Isso deixa muito mais fácil de combinar. Quando as lavagens do jeans são muito próximas, pode ficar parecendo um macacão, o que não orna legal em muitos homens. Então, tente usar tons diferentes.

Uma dica interessante para combinar a camisa jeans é escolher as calças de sarja, chino e outros materiais parecidos, mas as muito claras não são aconselhadas para os homens baixinhos. Elas podem achatar um pouco e deixar ainda mais baixo. Então, escolha calças mais fortes ou escuras neste caso.

Agora, se a escolha for por bermudas coloridas, fique à vontade. As mais claras também entram na lista pra qualquer homem. Elas não têm esse mesmo efeito que as calças. No caso das bermudas jeans, a dica da calça prevalece.

Nas primeiras vezes, a melhor opção é usar a camisa jeans sozinha. Mas, com o tempo, você também pode experimentar sobreposições. Não importa se a camiseta de baixo seja lisa ou estampada, o visual combina muito bem. O segredo está em combinar bem o jeans com a parte de baixo, mas você não terá problemas com as dicas anteriores.

Na escolha do sapato também não tem muito segredo. A camisa jeans constrói um visual casual, por isso combina bem com boa parte dos estilos. A dica é pegar algo que complete o visual que começou com a calça ou shorts. Botas, sapatênis, alpargatas etc. combinam muito bem.

Fonte: Blog Masculino

 

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O uso da calça jeans é básico, universal e praticamente necessário a todos os homens. Ter um jeans no armário é obrigatório, mas não vá achando que dá pra usar de qualquer maneira ou qualquer calça que você achou por aí. Existe um certo padrão de utilização, além da variedade de modelos. Tipos de jeans com a barra mais justa, mais folgadas, números de bolso… Há alguns detalhes para prestar atenção na hora de escolher o melhor jeans e te ajudaremos a esclarecer algumas dúvidas sobre essa peça fundamental no visual de todo homem.

TAMANHO

O tamanho do jeans é um tema importantíssimo na utilização da peça. A calça tem que ter bom caimento e se ajustar ao seu corpo, então não compre calças largas demais ou justíssimas. O jeans laceia, então experimente comprar um número abaixo ao que você está habituado para que não fique largo demais depois. Cuidado com o cinto também, para que a cintura não fique “franzida” – isso acontece se você precisar apertar muito o cinto.

BARRA

A barra é outro aspecto que merece atenção e tem a ver com o tamanho. Não deixe que ela seja enorme, sobrando absurdamente em cima do seu calçado, como se ela tivesse vida própria quando você a olha. Busque ajustá-la para não sobrar muito. Há um ou outro modelo que permite alguma sobra, mas o recomendado é estar mais ajustada.

BOLSOS E DETALHES

Quanto mais bolsos, mais zíperes e mais botões sua calça tiver, menos ela vai combinar com uma variedade maior de roupas. Esse número de detalhes vai tirando a principal característica dela, que é ser básica e transferir o foco para outras peças. Aposte em jeans mais clássicos.

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TIPO – SKINNY 

Agarrada ao corpo, se molda à cintura e à canela. Por isso a skinny deve ser usada por pessoas com as pernas mais finas. Coxas grossas e pernas grandes ficam estranhas, porque transferem imediatamente o olhar para essas partes, o que não é legal.

TIPO – SLIM

A slim é parecida com a skinny, mas não se agarra tanto às pernas. E assim como a skinny, a slim favorece os mais magros, pois pessoas de estrutura física um pouco maior podem sentir a calça um pouco apertada demais.

TIPO – BOOTCUT

Modelo de calça jeans bom para quem curte se vestir a caráter para um rodeio. A bootcut, como a própria tradução sugere (corte de bota), é feita para os que utilizam botas. Seu quadril tem ajuste normal, mas a barra da calça ganha uma boca maior.

TIPO – LOOSE FIT

O estilo preferido de fãs do hip-hop, rap, de skatistas… A loose fit é mais larga, não se ajusta certinho nem no quadril e nem na canela. Por já ser larga, não há a necessidade de comprar uma calça dois números maior que o seu tamanho, como muitos fazem. Ela já é folgada o suficiente – boa para quem está acima do peso.

TIPO – RETA

Reta. Assim, curto e grosso.

Não tem muito segredo: é o corte mais básico e, portanto, um dos mais procurados pelos homens. Não fica ajustada e nem folgada demais ao longo de seu comprimento. Boa para todos, seja para altos ou baixos, magros ou gordinhos.

TIPO – CARROT

Como uma cenoura, o topo começa maior e vai afinando até a parte de baixo. A calça carrot (daí o nome) segue esse mesmo desenho, com folga na região do quadril e afinamento até a canela. Funciona bem para quem está acima do peso. Se uma pessoa magra for usá-la, cuidado para não franzir demais a calça com o cinto, pois fica feio.

Fonte: Blog Masculino

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dudalina Masculina

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Diferente das mulheres, a nossa cartela de possibilidades, no quesito calçado, é infinitamente menor. Quando o assunto é sapatos sociais masculinos, as variações são ainda mais restritas. Por isso mesmo, o ideal é apostar em modelos que ofereçam conforto, estilo e uma versatilidade, para combinar com peças diferentes. No quesito pisante, a moda masculina dura por várias temporadas. Dessa forma, a recomendação é investir em modelos de boa qualidade e adequados para diversas ocasiões. Não se preocupe em gastar um pouco mais, pois os cuidados certos garantirão que o calçado dure anos e o seu investimento valerá, e muito, a pena.

Confira os estilos clássicos de sapatos sociais masculinos que separamos para você.

  • SAPATO ESTILO OXFORD

 

Um SocialOxforddos maiores clássicos da moda masculina, o Oxford é o mais elegante e sofisticado sapato para homens. O calçado originou-se na Escócia e na Irlanda, era o modelo favorito do rei Eduardo VII, filho da rainha Vitória, que o usava no castelo escocês de Balmoral. Ganhou este nome depois que ganhou a preferência dos jovens estudantes da Universidade de Oxford, possibilitando uma nova maneira de calçar sapatos fechados e com amarrações. Sem abas e todo costurado, tem o bico arredondado. É o mais formal e chique, proporcionando ao homem um estilo mais arrumadinho. É indicado para acompanhar blazers, ternos e combinações com camisas sociais. Caso você tenha uma pegada mais fashion, pode combinar seu outfit com roupas mais casuais.

  • SAPATO ESTILO BROGUE

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O estilo Brogue foi uma derivação do Oxford, criado por escoceses e irlandeses para ser usados por trabalhadores e caçadores, pessoas que passavam pelos mais diversos terrenos, entre eles: charcos, pântanos e lamaçais. Ganhou os pés masculinos devido a sua funcionalidade, já que permitia aos britânicos que afundassem seus pés na água gelada, ela escoasse rapidamente, tornando a secagem do sapato mais fácil. Sua principal diferença são seus furinhos, que podem estar só na ponta ou ao redor do sapato. O bico pode ser comprido e fino ou arredondado. Há também modelos cuja biqueira possui detalhes em forma de “W”. O modelo é uma opção mais informal e descolada. Com variações de cores e diversos detalhes, pode ser usado em qualquer ocasião do cotidiano, com roupa social ou mesmo jeans. Já os calçados mais escuros e discretos valem para o trabalho e festas com menos formalidade.

  • SAPATO ESTILO DERBY

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Originalmente, o modelo era chamado de blucher, graças ao general Gebhard Blücher, que derrotou Napoleão na Batalha de Waterloo. Ele utilizava botas com abas costuradas por cima do cabedal do calçado. É um sapato de cadarços e pode ser de bico mais quadrado, sem a divisória na ponta. A grande diferença é que ele tem abas na altura do cadarço. É menos formal que o sapato Oxford, podendo ser usado com costume, blazer e calça sem gravata. Também pode ser usado com jeans dependendo do modelo e da ocasião. O Derby é bom para quem tem o peito do pé alto.

 

 

 

  • SAPATO ESTILO LOAFER

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Criado na década de 1930, foi desenvolvido pela família americana Spaulding, de New Hampshire. Inspirados em um artigo na publicação Esquire, eles batizaram o calçado em referência à área onde as vacas descansavam antes da ordenha (Loafing area). Para popularizar o estilo, o norte-americano George Henry Bass criou os weejuns (pronuncia-se “uídjans”), a faixa de couro com um losango vazado na parte que cobre o peito do pé. Na década de 1960, sua marca G. H. Bass & Co se tornou muito popular entre os universitários norte-americanos. Ficou famoso nos pés dos atores James Dean, nos anos 50. O estilo Loafer é um sapato masculino fechado, sem cadarço e sem fivela, que se distingue por uma faixa de couro com um desenho vazado na área superior do peito do pé. O modelo é bem casual e a recomendação é utilizar o sapato social com calça jeans, combinando com camisa polo.

DICAS PARA MANUTENÇÃO DE SEUS SAPATOS SOCIAIS

– Evite usar o mesmo sapato mais de um dia seguido. Os de boa qualidade são forrados de couro natural, absorvendo o suor dos pés. Dessa forma, é fundamental deixar o calçado respirar ou lembre-se de secá-lo antes de usar.

– Guarde em local seco e, preferencialmente, com uma forma de madeira dentro do papel que o acompanha. Isso ajuda a manter a forma do calçado, não criar dobras e rugas.

– Usar água diretamente no calçado vai deformá-lo. Se precisar, utilize um pano úmido.

– Não use graxa e cremes à base de querosene, que oferecem um aspecto brilhante ao calçado, mas ressecam o couro com o tempo. Prefira os produtos à base de água.

Fonte: Blog Masculino

 

 

 

 

 

 

 

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E aí meu parceiro vendedor, tudo bem?

Quando comecei a organizar este artigo, pensei em escrever sobre as inúmeras técnicas de vendas que me são solicitadas todos os dias por e-mail ou pelo Facebook, mas, apesar de ser um estudioso e amante das técnicas de vendas, resolvi escolher o tema baseando-se em uma frase que uso nas minhas palestras:VENDEDOR BONZINHO NÃO VENDE!É impressionante o tamanho da passividade da maioria dos vendedores diante das inúmeras desculpas e da natural desconfiança dos clientes.

Meu irmão, se você está recebendo alguém na sua loja/na sua empresa, a sua taxa de conversão tem que ser altíssima.Se você visita alguém que tem perfil e disponibilidade financeira para comprar, a sua taxa de conversão tem que ser altíssima!

Se você fecha poucas vendas, você deve ficar revoltado.  E esse sentimento deve ser com você, e não
com o cliente!

Se você aceitar todas as desculpas que os clientes têm para não comprar, você está perdido! Tem vendedor que entra na “pilha” do cliente. O cliente diz: “nossa, esse orçamento está caro” e o vendedor bonzinho diz: “nossa, está caro mesmo, eu já falei para o meu chefe que tem que ter um desconto, etc., etc., etc.”.

O cliente quer comprar, ele só precisa de uma “ajuda” sua.Só saia da reunião com seu cliente com a certeza de que não existe mais nenhuma possibilidade de venda, e mesmo assim, você ainda pode sair de lá com algo: UM APRENDIZADO!

Se você utilizou todas as técnicas e argumentos e ainda assim não deu para vender, feche a sua pasta, guarde sua caneta e calculadora e diga:“Senhor Carlos, agora que não estamos mais negociando, me diga onde eu errei, qual foi o motivo de o senhor não ter comprado de mim?”No mínimo, você vai identificar seus erros – para não errar mais. Outra coisa que pode acontecer é ele falar o real motivo e vocês voltarem a negociar dessa maneira:“Compreendo, senhor Carlos. Agora sei por que o senhor não comprou de mim. Deixe-me fazer uma pergunta: se, juntos, encontrarmos uma solução para esse problema, e que seja boa para senhor, o senhor repensaria a possibilidade de fazermos negócio?”

Não se esqueça, ESGOTE (de maneira correta e educada) todas as chances do seu cliente comprar de você. Seu tempo vale muito dinheiro. Se você já está atendendo, não perca essa oportunidade!